Design Thinking
Updated: Jun 17, 2019
Você já deve ter ouvido falar sobre essa abordagem que vem ajudando empresas e empreendedores a inovarem em suas áreas.
Mas, afinal de contas, o que é Design Thinking?
A existência de uma empresa ou projeto é a satisfação de seus clientes. Então buscamos conhecer suas necessidades, desejos e percepções para alcançar um produto ou serviço que se encaixe da melhor maneira para satisfazê-los.
O Design Thinking é uma abordagem coletiva e colaborativa, baseada em empatia, colaboração e experimentação. É uma forma de entender a fundo o que seus clientes precisam antes, e em cima disso inovar trazendo novas maneiras de resolver problemas presentes na vida deles.

É uma abordagem normalmente trabalhada de maneira interdisciplinar e colaborativa, ou seja, mais de uma pessoa trazendo referências e conhecimentos para que a solução seja realmente inovadora.
E experimentativa, porque serão testes e mais testes até chegar a um produto final coerente e funcional.
Como ter empatia pelos seus clientes?

A primeira fase do Design Thinking é gerar empatia com o seu cliente. Para isso, é necessário que realize pesquisas em campo, conversando diretamente com o seu cliente em seu próprio ambiente, onde ele se sentirá mais confortável para te passar as suas reais necessidades. Essas pesquisas são tanto quantitativas, ou seja, com o maior número de pessoas e respostas diretas, quanto qualitativas, com um número reduzido de pessoas respondendo perguntas mais complexas e direcionadas.
Essa fase é extremamente importante para o desenvolvimento de um produto ou serviço. Basicamente, ele surgirá da interpretação dessas pesquisas. Assim você se desprende das suas próprias percepções de mundo, e se coloca de verdade no lugar do outro. O importante nessa fase é encontrar a principal “dor” dos clientes.
Ideação

Com um grupo de interessados no seu projeto, preferencialmente de especialidades diferentes, você irá interpretar as pesquisas e gerar ideias. E nessa fase, serão muitas ideias. Muitas mesmo. Quanto mais melhor. Sem julgamentos e preconceitos, ou seja, nessa fase toda ideia é válida. Escreva todas elas em algum lugar. Sabe aquelas paredes cheias de post-it? É exatamente o que você deve buscar. Post-its são ótimos para isso porque são maleáveis e fáceis de alterar e agrupar com outros post-its. Torna essa fase mais interessante brincar com eles, de preferência com cores diferentes.
Secaram todas as ideias? Agora é o momento de decidir quais delas são as melhores baseadas nos resultados da pesquisa. Quais delas podem realmente ser executadas? Quais resolvem melhor o problema identificado? Agrupá-las também pode ajudar bastante. Podemos usar 3 grandes grupos para separá-las: Complexidade; Investimento; e Eficiência. O importante é no final você ter entre 3 e 5 ideias que todos realmente acreditam que resolva o problema.
Ah, lembre-se de nunca jogar fora o que foi produzido. Essas ideias descartadas podem ajudar muito no futuro.
Experimentação

Aqui é o momento de “colocar a mão na massa”. Serão testes e mais teste em cima da sua ideia para provar que ela será viável e funcional. Para isso, pense primeiro quais podem ser os seus mínimos produtos viáveis, ou MVPs. Se a sua ideia é um aplicativo, por exemplo, que exige um alto investimento para produzir, como você pode testar esse produto antes? Uma página ou grupo nas mídias sociais? Um pequeno grupo de pessoas fazendo o que o aplicativo poderia fazer? Testes com protótipos simples das telas do aplicativo?
Então coloque esses MVPs em prática. Nada de perfeccionismo nessa parte. Trate os erros e acertos como aprendizagem, e tire insights deles. Repense constantemente a sua ideia. Continuando o exemplo do aplicativo: é realmente necessário que seja um aplicativo? As pessoas estarão realmente dispostas à fazer download desse aplicativo e depois mantê-lo em seu smartphone?
E depois de tudo isso?

Depois de tudo isso você irá implementar a sua ideia. Lembre-se que o processo nunca termina. Mesmo com o produto ou serviço lançado e funcionando, é importante que você mantenha uma constante análise sobre ele. Sempre há algo a ser melhorado. Talvez um botão que as pessoas não estejam entendendo, ou uma cor que não esteja sendo agradável para o seu público. Por isso que o processo de design thinking não é extritamente linear, em cada fase você precisará voltar para as fases anteriores para melhorar a sua compreensão sobre a sua ideia. Tudo, exatamente tudo, deve ser visto como aprendizagem.
Ah, mas o Design Thinking é só para ideias digitais?
Não! Um ótimo exemplo de como o Design Thinking pode ser aplicado em outras situações é o problema da desnutrição no Vietnam. A taxa de subnutridos era de 65% antes da aplicação da abordagem. No primeiro passo: imersão e empatia. Descobriram que as famílias muito pobres que conseguiam manter um bom nível nutricional adicionavam pequenos camarões e caramujos presentes nos arrozais em suas refeições, além de fazer pequenas refeições ao longo do dia ao invés de duas grandes refeições diárias. Ou seja, o necessário já estava lá, precisavam apenas ensinar as famílias como se alimentar melhor com o que tinham em mãos, sem aumentar seus gastos. Na ideação, desenvolveram aulas de culinária para famílias desnutridas ensinando essas técnicas. A prototipação foi levar essas aulas para aldeias vizinhas e ver os resultados, que foram extremamente positivos, diminuindo a taxa de desnutrição em 45%.



Mình hay coi soi cầu như kiểu giải trí nhẹ nhàng, đọc để tham khảo rồi so với linh cảm của bản thân thôi. Trúng thì vui thêm chút, còn sai cũng không bực vì mình không đặt nặng chuyện thắng thua. Gần đây thấy nhiều người nói về chọn dàn theo chu kỳ, nghe có vẻ có lý nhưng mình vẫn nhắc mình phải tỉnh, vì số liệu cũ đâu chắc lặp lại y hệt. Có lần mình lướt vài bài phân tích trên soicauxsmb.pro, thấy họ giải thích khá dễ hiểu, nhất là đoạn nói vì sao nên loại bớt vài cặp số cho gọn. Dù vậy mình vẫn thích tự ghi chép lại, theo dõi xem nhận…